Projeto Leitura e produção de textos "APRENDER PENSANDO"


PROJETO:
Leitura e Produção de Textos
“Aprender Pensando”

Tipologia trabalhada: Fábula
Bibliografia: A tartaruga e a Lebre.
Maria Luisa A. Lima Paz, ed. Girassol
Brasil Edições LTDA, São Paulo.

Justificativa


É essencial que no 1º ciclo o ensino seja pleno de ações que levem ao domínio progressivo de habilidades e capacidades que despertem a imaginação e o raciocínio da criança [...]. Deve-se possibilitar não só a entrada no mundo da leitura e da escrita, mas a exploração e ampliação dos inúmeros saberes que toda criança possui quando chega à escola, numa relação com o saber que permita construir o mundo e a experiência com objetos de conhecimento e a si mesmo como sujeito conhecedor.

Entendemos que o letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender-se, lendo ou escrevendo (delinear o mapa de quem você é), e é descobrir alternativas e possibilidades, descobrir o que você pode ser.

Objetivos do projeto


O objetivo maior do projeto é o de desenvolver o gosto dos alunos pela leitura, ampliando suas habilidades de produção de textos e buscar reconhecerem-se como futuros e possíveis autores.



Desenvolvimento

O trabalho constituiu-se em 3 etapas: 1ª etapa: leitura individual pelos alunos da fábula “A tartaruga e a lebre”, 2ª etapa: Interpretação oral em sala de aula e o trabalho escrito em casa, com a assessoria da família, 3ª etapa: Reconto da fábula adotado uma das três sugestões enquanto título: o caracol e a formiga, a lagarta e a borboleta, o papagaio e o beija-flor.
Os cinco melhores recontos serão apresentados à comunidade escolar e receberão uma premiação especial.

A apresentação dos resultados do trabalho no blog da escola já é, em sim, uma forma de valorizar o esforço que desprenderam para realizar esta tarefa. Parabéns, Sabidinhos! Vocês são vencedores!
Um grande abraço, professora Sílvia Souza. Outubro/2008.


1º LUGAR

O caracol e a formiga

Um dia os bichinhos do bosque estavam conversando sobre o que eles faziam de
melhor.
A formiga não parava de falar que era muito rápida em tudo que fazia, e que isso
era muito bom, pois já imaginou ser lento como um caracol?
O caracol ficou ofendido e disse:
- Eu posso ser lento mas aposto que ganho de você numa corrida.
A formiga riu e aceitou a aposta, certa de que ia ganhar.
Começou a corrida e a formiga saiu na frente, e o caracol mal saiu do seu lugar.
A formiga olhou para trás e não viu nem sobra do caracol. Então ela resolveu
juntar folhinhas para levar para o formigueiro, pois o inverno estava chegando. Ela se
distraiu tanto com o trabalho que nem percebeu o tempo passar.
Enquanto isso o caracol ia se arrastando, se arrastando e com isso ia se
aproximando da chegada. A formiga dentro do seu formigueiro arrumava as folhas e
falava:
- Como é bom ser rápida, estou no meio de uma corrida e ainda consigo me
preparar para o inverno. E o pobre caracol não vai estar nem na metade do caminho
quando eu vencer a corrida.
Quando a formiga saiu do formigueiro tomou um susto, pois o sol já estava se
escondendo, então começou a correr! Ela ouviu vozes ao longe e imaginou que todos os
bichinhos a esperavam na linha de chegada. Mas que surpresa teve a formiga ao ver que
o caracol havia vencido a corrida!
A formiga aprendeu uma lição: nunca mais ia debochar nem desprezar ninguém.

Autor: Leonardo Cézar Astolfi Carvalho, 7 anos.


2º LUGAR

O caracol e a formiga

Um dia todos os animais estavam numa festa animada.
A dona da festa era a formiga. Ela queria reunir todos os amigos para desafia-los
para uma corrida. Ela se achava muito rápida e falou:
- Sou a mais veloz e ninguém me vence numa corrida!
O caracol a achou muito metida e disse:
- Eu ganho de você!
A formiga riu... riu... E lá se foram os dois correndo.
No meio do caminho a formiga parou para conversar com sua amiga Salete e disse:
- Aquele molenga do caracol nunca vai ganhar de você. Vamos tomar um chá?
Depois de tomar um chá gostoso da amiga Salete, as duas resolveram dar um
cochilo, pois estavam certas de que o caracol nunca venceria uma formiga.
Quando a formiga acordou, espantou-se pois o sol já estava recolhendo-se. Ela saiu
em disparada! Ouviu uma gritaria e pensou que todos estavam comemorando a sua
vitória.
Mas ao chegar, espantou-se pois o caracol já estava na linha de chegada e todos o
aplaudiam.
Assim a formiga aprendeu que não devia ser tão convencida!

Autora: Júlia Horta Andrade, 7anos.


3º LUGAR

O caracol e a formiga

Um dia, o caracol estava passeando pela floresta quando ouviu várias gargalhadas. Foi até lá para ver o que estava acontecendo e viu algumas formigas conversando.
Ele quis participar da conversa mas uma delas disse que se o caracol quisesse fazer parte do grupo, eles deveriam fazer uma corrida. O vencedor ganharia uma linda folha de alface.
Então foi data a largada e a formiga saiu na frente! O caracol vinha lentamente... e a formiga viu uma linda amora caída no chão!
A formiga olhou para trás e não viu o caracol. Então parou para comer a amora e nem viu o caracol passar na sua frente.
A formiga ouviu vários aplausos e foi ver o que estava acontecendo.
O caracol recebia o prêmio, que foi muito merecido.

Autora: Anna Luíza Antunes Fonseca Santos, 7 anos.


4º LUGAR

A lagarta e a borboleta

Os animais do bosque reuniram-se para contar suas façanhas. A borboleta se orgulhava de ser um animal muito bonito e zombava muito da feiúra da lagarta.
A lagarta então desafiou a borboleta para um concurso de beleza. De
imediato a borboleta confiante na vitória, aceitou o desafio.
Os dias foram passando e o dia do concurso chegou. Todos os animais se
reuniram no jardim para votar e torcer.
A votação começou e, como era de se esperar, a borboleta ganhava em
disparada...
Quando de repente a lagarta começou a não se sentir bem e teve um
desmaio. Ao acordar, como que por encanto, havia se transformado na mais
bela borboleta daquele bosque.
Todos os animais não acreditaram no que havia acontecido e
imediatamente os votos passaram a ser dela, que acabou ganhando o concurso.
Às vezes o feitiço pode virar contra o feiticeiro!

Autora: Ana Flávia de Moraes Souza, 7 anos.

5º LUGAR

O caracol e a formiga

Em uma linda tarde de domingo, todos os animais da floresta estavam
descansando. Até que a formiga resolver se achar demais, dizendo que sabia
se proteger mais que o caracol que é todo enrolado por essa capa dura.
Nesse momento, o caracol deu o grito e se protegendo disse:
- Com essa capa eu garanto minha proteção, pois quando me sinto
ameaçado, me escondo de tudo à minha volta.
A formiga então disse:
- Pois eu não. Quando me sinto ameaçada, eu pico que está me
ameaçando!
O caracol chamou sua atenção:
- Nem sempre o que se aproxima de você quer o seu mal. Às vezes alguém
se aproxima para ajudar você ou para alimentar você. Todos nós temos nossa
função e nosso dever no ambiente. Nenhum é melhor que o outro.
Nessa hora todos se uniram mais e resolveram fazer uma linda festa e
todos se divertiram muito até à noite; e nunca mais se acharam mais que o
outro.
Autora: Thalita Verônica Figueiredo de Paula, 7 anos


TURMA DOS SABIDINHOS - SALA15 / TARDE

Honra ao Mérito

No dia 26 de setembro a Escola receberá o Diploma de Honra ao Mérito. Essa homenagem, sem evidenciar os motivos de seu acontecimento, vem presentar os profissionais que trabalham e trabalham aqui.
Para muitos, prêmios deveriam vir representados monetariamente.Mas de preferências à parte, o reconhecimento de um trabalho, da construção de uma identidade pautada na excelência, da vontade de ser melhor a cada dia, não tem preço. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas no cotidiano escolar e no papel do professor, com as mudanças provocadas na educação devido ao processo de democratização da sociedade, a Modesta Cravo vem mantendo um alto padrão de qualidade.Percebemos que as atuais práticas educacionais não estão funcionando de verdade. Aeducação formal, nos dias de hoje, ainda prepara os alunos, principalmente, para o mundo do passado.Ninguém sabe ao certo como elaborar uma educação que gere indivíduos disciplinados, sintetizadores, criativos, respeitosos e éticos.Como diz Houvard Gardner, reconhecemos a importância da ciência como protótipo de todo conhecimento, em vez de uma maneira poderosa de saber que necessita ser complementada por posturas artísticas e humanísticas e, talvez, espirituais.Aeducação que tradicionalmente absorvia a norma, tornou-se a elaboração da norma.Não se forma mais aluno normatizado, e sim cidadão capaz de criar uma nova sociedade, capaz de compreender e ter o próprio julgamento.
Antes a criança costumava receber informações na escola e na família, no entanto não eram muito numerosas. Hoje, a criança é submetida a uma bombardeio de informações. O professor tem uma papael fundamental em auxiliar os alunos a fazer uma escolha, separando o que é importante do que é descartável. Trata-se de transmitir-lhe a necessidade de criticar as informações que chegam. A criança não deve apenas receber tudo o que tem acesso, mas deve ser capaz de fazer uma avaliação das informações recebidas. O professor deve saber o que vai dizer e o que vai ensinar, deve mobilizar e incentivar o aluno a aprender, deve transmitir a vida, a cultura e o saberes vivos da humanidade. Ademocratização é o desafio fundamental da instituição escolar, não só a democratização do acesso, mas também do sucesso na escola. Buscamos o conhecimento para expandir nosso horizontes, para transcender a realidade imediata.Partir dela é fundamental, mas ser capaz de imaginar novas realidades, de criar mundos ainda inexistentes é a motivação maior do que se aprende e do que se ensina.
Como espécie, nós, seres humanos, somos potenciais positivos impressionantes.

Andréa Lúcia
Vice-diretora

Museu Histórico Abílio Barreto

Os alunos do 3º ano do 1º ciclo fizeram um passeio muito legal ao Museu Histórico Abílio Barreto, conheceram um pouco mais sobre a história de Belo Horizonte, além de se divertirem muito com as curiosidades contadas pela monitora que nos acompanhou durante a visita.

  • Saiba mais sobre a História do Museu.

Museu Histórico Abílio Barreto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Inaugurado em 18 de fevereiro 1943 com o nome Museu Histórico de Belo Horizonte, quando era prefeito Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Museu Histórico Abílio Barreto, recebeu este nome em homenagem ao historiador Abílio Barreto.

O espaço físico do museu divide-se entre duas edificações e uma pra interligando-as. A primeira é o antigo casarão que foi a sede da Fazenda do Leitão ainda no antigo Curral Del Rey, tende sido construída pelo curralense José Candido Lúcio da Silveira por volta de 1883.

Interligando os dois prédios que compreendem o museu, está um jardim no qual com árvores centenárias e um bonde que antigamente circulou por Belo Horizonte.

A parte mais recente, está compreendida em um edifício contemporâneo projetado (1994/98), pelo arquiteto Álvaro Hardy, ou simplesmente Veveco, juntamente com Mariza Coelho. Nessa edificação ficam expostas fotos das modificações sofridas na paisagem urbana de Belo Horizonte, dos monumentos erguidos a pessoas que se destacaram na capital mineira, retratos contemporâneos da cidade inclusivo em fotos da região periférica.

Acervo

Esse conjunto de itens constitui um texto múltiplo e revelador dos vários sentidos e trajetórias da cidade e de seus cidadãos. São documentos textuais, iconográficos, bidimensionais e tridimensionais referentes às origens, formação e desenvolvimento de Belo Horizonte.

- Objetos

Além do próprio Casarão oitocentista, compõe-se de numerosa pinacoteca, esculturas, objetos decorativos, fragmentos construtivos originários de prédios públicos e privados demolidos, mobiliário, vestuário, utensílios domésticos e de uso pessoal, objetos de iluminação e de transporte, equipamentos e instrumentos de trabalho. Enfim, um rico conjunto que permite investigar e interpretar a história da cidade. Formado por aproximadamente 1.100 objetos.

- Fotográfico

Negativos em acetato e vidro, cópias em papel e material digital suportam imagens fotográficas, datáveis de 1894 até anos recentes. Este acervo registra o desenvolvimento urbano e testemunha eventos, costumes e tradições de Belo Horizonte. Engloba em torno de 20.000 itens.

- Textual e Iconográfico

Informações sobre suporte-papel: textos manuscritos e impressos, mapas, plantas e projetos arquitetônicos. Destacam-se a Coleção Comissão Construtora da Nova Capital, o Arquivo Privado de Abílio Barreto e o Arquivo Administrativo da instituição. Reúne cerca de 16.500 documentos.

- Bibliográfico

Composto de livros, periódicos, catálogos, fitas de vídeo, dissertações e recortes de jornais, tendo a história de Belo Horizonte como principal temática e outros temas ligados à história de Minas Gerais e do Brasil, além de obras relacionadas às áreas de conhecimento em Museologia, Arquivologia e Fotografia. Reúne aproximadamente 4.000 exemplares.

- Acervo Operacional

Além de recolher e preservar os chamados acervos tradicionais, o MHAB também se dedica à preservação dos chamados acervos operacionais. Em termos amplos, acervo operacional pode ser definido como o tratamento museológico de paisagens, estruturas, monumentos e equipamentos, que, embora plenamente contextualizados – ou seja, ainda totalmente funcionais – são tornados, por decisão institucional, objetos musealizados e incorporados ao acervo. Ao contrário dos acervos tradicionais, essa ação se faz pela via do levantamento e sistematização de informações.

Sem duvida o maior peça exposta no museu, é o casarão, único remanescente do antigo Arraial do Curral Del Rey. A área do museu é equipada com cafeteria, banheiros, uma loja com objetos que remetem à história de Belo Horizonte. E também possui uma grande área livre aberta a visitação.

O Museu Histórico Abílio Barreto, é tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o IPHAN, registrado no livro Histórico. Inscrição: 282 Data: 29 de março de 1951.